Manzano Consulting + RAZ · Inteligência estratégica para mineração

O setor nunca teve tantos dados. E nunca foi tão difícil decidir.

Regulação em movimento, capital trocando de mãos, licença social convertida em procedimento e exigências que deixaram de ser voluntárias. Nós transformamos evidência de campo, percepção de partes interessadas e dados em decisão executiva.

2009Fundação da consultoria
44Anos de capital experiencial
249Meses em mineração e recursos naturais
21.000+Horas de campo consultivo

O momento

Seis frentes mudaram a régua do setor em menos de dois anos

Nenhuma delas é novidade isolada. O que mudou foi a simultaneidade, e o fato de que todas passaram a exigir resposta documentada, não apenas posição institucional.

01

Licenciamento reescrito no meio do jogo

A Lei Geral do Licenciamento está em vigor desde 4 de fevereiro de 2026, alterando prazos, hipóteses de dispensa e competências. Três ações diretas de inconstitucionalidade aguardam julgamento no Supremo.

Lei 15.190/2025 · ADIs 7913, 7916 e 7919
02

Consulta prévia virou condição de validade

Em 13 de agosto de 2026 o Supremo deu 24 meses ao Congresso para legislar sobre mineração em terras indígenas e fixou regras interinas: consulta livre, prévia e informada obrigatória, limite de 1% do território e metade da CFEM às comunidades.

STF · MI 7516 · 13/08/2026
03

Fechar mina deixará de ser provisão

A ANM prepara a regulamentação de garantias financeiras para o Plano de Fechamento. Quando entrar em vigor, o encerramento sai do campo contábil e passa a exigir imobilização de caixa com cronograma plurianual.

ANM · Consulta Pública 6/2024 · 321 contribuições
04

O voluntário virou auditável

O padrão setorial GRI 14 vige desde 1º de janeiro de 2026, o mecanismo europeu de carbono na fronteira entrou em regime financeiro e o ICMM publicou nova edição do guia de fechamento integrado.

GRI · Comissão Europeia · ICMM
05

Capital em movimento

São US$ 76,9 bilhões previstos para o setor entre 2026 e 2030, dos quais US$ 21,3 bilhões em minerais críticos e estratégicos, num ambiente de fusões, aquisições e troca de controle acionário.

IBRAM · 2026
06

Escala que não admite improviso

O setor faturou R$ 298,8 bilhões em 2025 e R$ 150,7 bilhões apenas no primeiro semestre de 2026, com 229 mil empregos diretos. Decisões nessa escala não comportam diagnóstico de superfície.

IBRAM · fev e jul de 2026

A tese

O problema não é falta de informação

Dado técnico descreve a operação, mas não descreve o campo de forças que decide o destino dela. Escuta de partes interessadas capta percepção, mas percepção isolada não antecipa consequência. É por isso que diagnósticos tecnicamente corretos falham na implementação, e por que planos socialmente sensíveis não sobrevivem ao conselho.

Previsibilidade nasce da intersecção, e é ela que permite construir plano de contingência com gatilho definido, reduzir risco e chegar antes da ameaça, em vez de reagir a ela.

evidência documental+campo+percepção 360º+dados+contexto de mercado+stakeholders+capacidade interna+cenários
= inteligência aplicável à decisão

O que fazemos

Nove frentes, combinadas conforme o desafio

Estratégia e reorientação de negócios

Diagnósticos estratégicos, posicionamento, proposta de valor, leitura de mercado, prioridades, cenários, metas e planos de ação.

Inteligência de mercado e diagnóstico

Pesquisa documental, investigação de campo, entrevistas, stakeholders, dados, cruzamento de evidências e leitura de riscos e oportunidades.

Corporate & Government Affairs

Relações institucionais e governamentais, issues, agendas regulatórias, legitimidade territorial e suporte à alta administração.

Branding, reputação e ativação

Posicionamento, arquitetura de marca, brand audit, reputação, comunicação institucional, patrocínios e experiência relacional.

Processos, governança e transformação

Mapeamento e reengenharia, indicadores, arquitetura de gestão, integração entre áreas, gestão da mudança e especificação funcional para tecnologia.

Dados, IA e soluções tecnológicas

Modelagem de dados, arquitetura de inteligência, automação, IA aplicada, segurança da informação e sistemas sob medida, com a RAZ Consulting.

Como trabalhamos

Inteligência Estratégica Integrada, em quatro tempos

01

Investigar

Imersão, pesquisa documental, escuta multinível e observação direta de campo, com auditoria de realidade, não com questionário.

02

Analisar

Codificação por polaridade, recorrência e tema, com cruzamento de fontes e comparação entre públicos e níveis hierárquicos.

03

Decidir

Síntese sistêmica, matrizes de decisão, prioridades, cenários, governança e roadmap de implantação.

04

Internalizar

Acompanhamento da liderança durante a execução, mentoring, capacitação e transferência de método, para que a solução opere sem nós.

Para quem trabalhamos

Mineradoras e a cadeia que as sustenta

Companhias de mineração

Quando a decisão envolve mais variáveis do que qualquer área isolada consegue enxergar.

  • Licenciamento, agenda regulatória e relação com órgãos de controle
  • Territórios, comunidades tradicionais e licença social como procedimento
  • Ciclo de vida do ativo, transição e planejamento de encerramento
  • Mudança de controle acionário, integração pós-aquisição e revisão de portfólio

Fornecedores e prestadores de serviço

Quando crescer depende de ser compreendido por quem decide dentro da mineradora.

  • Posicionamento, proposta de valor e diferenciação competitiva
  • Abertura de mercado, acesso a decisores e desenvolvimento de negócios
  • Preparação para exigências ESG e de conformidade da cadeia de suprimentos
  • Marca, reputação e coerência entre promessa e entrega

Manzano Consulting

Consultoria brasileira independente, fundada em 2009. Estratégia, inteligência, branding, stakeholders, desenvolvimento executivo e transformação, com direção sênior presente do primeiro contato à internalização.

RAZ Consulting

Parceria estruturada desde 2011 em modelagem de dados, arquitetura de inteligência, automação, IA aplicada, segurança da informação e sistemas sob medida. Processos, riscos e decisões são compreendidos antes de definir o que automatizar.

Ponte China–Brasil

Expor no Brasil não é vender no Brasil

Centenas de fabricantes chineses chegaram à Exposibram 2026 pela primeira vez. A feira abre a porta. O que decide a venda vem depois dela, e é aí que quase todo entrante tropeça.

01

O Brasil lidera a atração de capital chinês

Foram US$ 6,1 bilhões em 2025, alta de 45% sobre 2024 e o maior volume desde 2017. O país recebeu 10,9% de todo o investimento externo chinês no mundo.

CEBC · Investimentos Chineses no Brasil · mai/2026
02

Mineração virou a nova fronteira

US$ 1,76 bilhão aplicados em 2025, mais que o triplo do ano anterior e o maior valor desde o início da série histórica, em 2007. O setor concentrou 29% de todo o investimento chinês no país.

CEBC · mai/2026
03

A corrente comercial bateu recorde

O comércio entre Brasil e China somou US$ 171 bilhões em 2025, mais que o dobro das trocas entre Brasil e Estados Unidos.

CEBC · jan/2026

Contato de feira não é canal de venda

Uma empresa tecnicamente excelente perde negócio no Brasil por razões que não têm nada a ver com o produto. Perde porque não foi homologada como fornecedora, porque não tem quem responda por assistência técnica em português, porque o prazo de reposição de peça não cabe na parada programada da planta, porque a documentação não atende à exigência de conformidade da cadeia, ou porque o comprador simplesmente não sabe que ela existe.

Nada disso se resolve com catálogo traduzido. Resolve-se entendendo como a decisão de compra é tomada dentro da mineradora, da operadora de óleo e gás ou da construtora: quem especifica, quem homologa, quem aprova, e o que cada um precisa ver antes de dizer sim. É trabalho de inteligência de mercado, não de tradução.

oferta técnica+leitura de demanda real+mapeamento de decisores+homologação e conformidade+presença jurídica, fiscal e pós-venda+narrativa de marca
= acesso efetivo ao comprador

Seis frentes, do diagnóstico da oferta à operação no Brasil

Diagnóstico da oferta de valor

Compreensão do que a empresa produz, com que capacidade, a que custo e com quais certificações, e o que disso é efetivamente diferenciado diante do que o mercado brasileiro já compra.

Mapeamento de mercado e de clientes

Quem são os compradores em mineração, óleo e gás, construção civil, energia e siderurgia; volume, ciclo de compra, critérios de especificação e os decisores reais em cada etapa.

Capacidade competitiva e posicionamento

Em que segmentos competir e contra quem, a que preço e com que diferencial sustentável, e quais demandas do mercado brasileiro pedem produto ou serviço que a empresa ainda não oferece.

Estratégia e modelo de entrada

Feira, representante, distribuidor, joint venture ou estrutura própria: qual modelo faz sentido, em que sequência, a que custo e com que expectativa de retorno. Decisão orçada, não intuída.

Escritório de representação compartilhado

Estrutura comercial, técnica e institucional no Brasil, operada por nós e compartilhada entre empresas de portfólios complementares. Presença permanente sem o custo de uma subsidiária própria.

Marca, posicionamento e presença digital

Nome, proposta de valor, materiais e presença digital em português, construídos para que o comprador brasileiro reconheça a empresa como fornecedora possível, e não como cotação de importação.

Quatro níveis de compromisso, do teste à operação

A escolha não é ideológica. Depende do ticket, do ciclo de venda, da exigência de pós-venda e do capital que a empresa aceita imobilizar antes da primeira receita.

Compromisso mínimo

Presença em feira

Custo baixo, aprendizado alto, conversão baixa. Serve para validar interesse e coletar inteligência, não para construir carteira.

Compromisso baixo

Representação comercial

Um representante local abre portas, mas responde por várias marcas e raramente domina a especificação técnica do seu produto.

Compromisso médio

Escritório compartilhado

Estrutura própria de fato, comercial, técnica e institucional, com custo rateado entre empresas cujos portfólios não competem entre si. O ponto de equilíbrio entre presença real e capital imobilizado.

Compromisso alto

Subsidiária brasileira

Faz sentido quando o volume justifica estoque local, assistência própria e contratação direta. Antes disso, costuma ser custo fixo sem lastro de receita.

De um lado da ponte e do outro

A operação tem base no Brasil e alcance sul-americano: Chile, Peru e Argentina, ao lado do Brasil, concentram a maior parte da produção mineral do continente.

Empresas chinesas entrando na América do Sul

Fabricantes de equipamento, tecnologia e serviço que já têm produto competitivo e precisam de leitura de mercado, acesso a decisores e estrutura local.

  • Perfuração, britagem, moagem, bombeamento e transporte de material
  • Hidráulica, tubulação, condução, automação industrial e instrumentação
  • Soluções de energia, monitoramento ambiental e segurança operacional
  • Tecnologia embarcada, sensoriamento e sistemas de gestão de ativos

Compradores brasileiros avaliando novos fornecedores

Mineradoras, operadoras de óleo e gás, construtoras e indústrias que precisam qualificar entrantes sem assumir sozinhas o risco da curva de aprendizado.

  • Prospecção e qualificação técnica de fornecedores internacionais
  • Análise de risco de cadeia, conformidade e continuidade de suprimento
  • Benchmarking de preço, prazo e capacidade produtiva
  • Estruturação do processo de homologação e do relacionamento de longo prazo

Quem conduz

Direção sênior, presente em todo o percurso

Foto de Renato A. A. Manzano

Renato A. A. Manzano

Fundador e consultor-chefe · Manzano Consulting

Quarenta e quatro anos de experiência profissional, dos quais quase vinte e um em mineração e recursos naturais, construídos dentro das companhias, e não a partir de fora delas.

Passagens por Grupo Alcoa, Mineração Rio do Norte, Vale no Sistema Norte e Vale corporativa no Rio de Janeiro, onde respondeu pela gerência geral global de Branding e Comunicação e liderou a implantação da marca global da companhia, incluindo a frente da Inco, no Canadá. Antes disso, Lojas Riachuelo e Grupo Guararapes, Natura e Grupo Banespa.

Administração de Empresas pela PUC Campinas e Comunicação Social pela PUC São Paulo, com especializações em Syracuse University, Babson College, Fundação Dom Cabral, Amana-Key, Fundação Cristiano Ottoni e Symnetics. Conselheiro consultivo internacional e professor no ILADEC desde 2016.

Foto de William Tang

William Tang

Consultor especial de Comércio e Desenvolvimento de Negócios Brasil–China

Diretor de operações do Alibaba Group no Brasil e primeiro funcionário da companhia no país, com papel central na expansão da operação brasileira.

Engenheiro mecatrônico pela Universidade de São Paulo, com pós-graduações em gestão de projetos e marketing e MBA executivo. Atuação em vendas, estratégia internacional, desenvolvimento de negócios, comércio exterior e transformação digital.

Foto de Rafael Azevedo Ribeiro

Rafael Azevedo Ribeiro

Sócio-fundador · RAZ Consulting

Consultor especialista em branding, mercado e crescimento, com atuação em transformação digital, inteligência artificial aplicada, automação, inovação e segurança da informação.

Conduz a frente de tecnologia e dados da parceria: modelagem, arquitetura de inteligência, integração de sistemas e desenvolvimento de soluções sob medida a partir da modelagem estratégica e processual.

Atua junto à Manzano Consulting no desenho de arquiteturas decisórias que conectam evidência, análise e execução, com a tecnologia entrando depois do entendimento do negócio, nunca antes.

Queremos entender o seu momento antes de propor qualquer coisa

Se o seu desafio envolve decisão de alta consequência, múltiplos interesses e prazo curto, vale uma conversa. Sem compromisso e sem apresentação de prateleira.

Usamos os seus dados apenas para retornar este contato.